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XVI CIHELA – SANTIAGO

De 20 a 23 de outubro de 2025, ocorrerá o XVI CIHELA. A Edição desse ano ocorrerá em Santiago de Chile. O prazo para a inscrição de simpósios e trabalhos é até o dia 31 de março. Sob o lema “Novos legados para a educação ibero-americana”, o objetivo do congresso é servir como um espaço para estimular a reflexão crítica sobre os diversos aspectos que moldaram o desenvolvimento da educação na América Latina. Os membros da REDiHEC também estarão presentes no Congresso. Para maiores informações e inscrições acesse: https://www.uahurtado.cl/cihela/

A HISTÓRIA DA BOTÂNICA NO BRASIL EM NARRATIVAS DO SÉCULO XX

Luna Abrano Bocchi e Ermelina Moutinho Pataca publicaram na Revista Eletrônica História em Reflexão (REHR) o artigo “A história da Botânica no Brasil em narrativas do século XX”. O artigo analisa textos de Arthur Neiva, Frederico Carlos Hoehne, Fernando de Azevedo e Mario Guimarães Ferri, verificando pontos em comum e possíveis divergências do pensamento dos autores, vislumbrando os debates e disputas envolvendo a pesquisa botânica no Brasil. O artigo encontra-se disponível pelo link:  https://ojs.ufgd.edu.br/historiaemreflexao/article/view/19060

 

O ENSINO DE ELETRICIDADE EM SÃO PAULO E ALGUNS EXEMPLOS DE SUAS POSSIBILIDADES PRÁTICAS – OBJETOS E EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS

Nesse artigo, Bruno Bianchi e Katya Braghini  propõe uma análise dos objetos científicos utilizados no ensino secundário, realizando inferências sobre o ensino prático e as possibilidades do ensino de eletricidade entre o final do século XIX e início do século XX. Confira o resultado dessa pesquisa clicando aqui ou acesse: https://periodicos.unb.br/index.php/museologia/article/view/53009

33º SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA

Promovido pela Associação Nacional de História (ANPUH – Brasil) 0 33º Simpósio Nacional de História  2025 trará como tema “Os (des)confortos da História e os futuros do Ensino de História”. O evento ocorrerá de presencialmente na Universidade Federal de Minas Gerais de 13 a 18 de julho de 2025. As inscrições para os simpósios temáticos estarão abertas de 27/01 a 14/03/2025. Para maiores informações clique aqui ou acesse: https://www.sbhc.org.br/informativo/view?TIPO=1&ID_INFORMATIVO=211

PESQUISADORAS DA REDIHEC PROMOVEM “EDUCAÇÃO PÚBLICA” DA REDE NO JORNAL “A TARDE” DE SALVADOR (BA).

No dia 21 de outubro, as professoras Kelly Ludkiewicz Alves (UFBA) e Katya Braghini (PUC-SP) publicizam a sua ideia de “escola, grande consumidora de novidades”. Segundo as autoras, muito se fala sobre a presença de novidades na escola e, sobretudo, sobre a ausência das tecnologias no espaço escolar. Entretanto, a história da educação e a história da ciência mostram que desde a régua, o quadro negro, o cinema, ou os atuais smartfones e tabletes, a educação sempre esteve, de alguma forma, atrelada ou condicionada às tecnologias e objetos, nos fazendo pensar sobre a relação de todos nós com os objetos que inventamos, produzimos e usamos. Nesse sentido, refletir sobre as políticas de fomento às tecnologias na educação na atualidade demanda, entre outras questões, que aprofundemos o debate sobre a relação entre a educação, a ciência e a tecnologia em perspectiva histórica, de modo a compreender melhor a presença das inovações na escola e seus usos por professores e estudantes. As pesquisadoras reforçam que a presença se intensificou na passagem do século XIX para o XX, com o movimento conhecido como modernidade pedagógica, do qual se sobressai a ideia de que a educação deveria ter um valor prático, servindo ao desenvolvimento econômico, social e a formação de indivíduos racionais. Tais propostas refletiram no currículo, com a valorização de disciplinas como a matemática, física, química, astronomia, biologia, desenho e educação física, todas voltadas para a formação em torno dos saberes científicos. Por exemplo, para o ensino de ciências, se definia como melhor método pedagógico o intuitivo, ou lições de coisas, que apresentava o conhecimento a partir de noções elementares de caráter prático, útil e concreto. Tratava-se basicamente de definir um objeto, animal, planta ou qualquer outra coisa que exista no mundo, a partir de sua utilidade. Indicam que a coisa é na medida em que ela serve para algo. Seguem mostrando que o intuitivo se baseava na defesa da observação do mundo e nos sentidos como formas primordiais da aprendizagem e, portanto, se estruturava em torno de práticas pedagógicas voltadas para a demonstração dos instrumentos científicos e seu funcionamento. Esses objetos, convertidos em materiais didáticos, passaram a integrar o reportório da escola como inovações das quais dependia o sucesso escolar. Por isso, o debate histórico sobre o que é compreendido por inovação e tecnologia nas políticas educacionais, tendo em vista que essas palavras tendem a ser apresentadas de forma autoexplicativa e naturalizada, é imprescindível. Ao final, está foi a proposta do II Seminário da Rede Iberoamericana de História da Educação em Ciências, a REDiHEC, que congrega pesquisadores do Brasil, Argentina, Chile e Espanha, de forma interdisciplinar, com a intenção de aprofundar, entre outras temáticas, como foi e ainda é a formação dos públicos para e com a ciência. O evento aconteceu online e para saber mais sobre ele, sigam as redes sociais de Redihec no Instagram (rediheciberoamerica) e no Facebook (Redihec Iberoamerica), ou acompanhem as formações públicas promovidas pela REDiHEC na seção formação desse site.

II SEMINÁRIO DA REDE IBEROAMERICANA DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (REDIHEC) – EDUCAÇÃO: CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO POR UMA ANÁLISE HISTÓRICA

Aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro, de maneira on-line, com inscritos do Brasil e no estrangeiro na Universidade Federal da Bahia (UFBA), com parceria da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tendo por coordenadoras a Profª. Drª. Kelly Ludkiewicz Alves (UFBA), a Profª Drª. Katya Braghini (PUC-SP) e a Profa. Dra. Maria Gabriela Mayoni (UBA).

O II Seminário da Rede Iberoamericana de História da Educação em Ciências (REDiHEC) discutiu a relação entre ciência, tecnologia, inovação na educação, pensando a historicidade de seus significados e nas variadas formas de relacionamento entre esses temas, sejam eles vistos por uma abordagem escolar ou não. O evento apresentou duas dimensões relacionadas: por um lado, analisa os processos escolarizados de formação pelo desenvolvimento das disciplinas de ciências naturais, enquanto estuda a própria instituição escolar como instituição de observação e recorte da ciência; por outro, debatendo sobre as inovações tecnológicas como elementos intrínsecos aos processos educacionais, também privilegiando as ações de formação e ensino em outros espaços e contextos, isto é, a partir de coleções científicas em museus, com as tecnologias de comunicação e informação como o rádio, cinema e televisão etc., e as tecnologias inventivas transformadas em materiais didáticos. Sem dúvida, reforçou os laços de relacionamento e integração internacional de um grupo de pesquisadores(as) da Iberoamérica, com o interesse maior de estabelecer um diálogo entre dois campos de investigação, a história da ciência e a história da educação.  Sempre pensando no sucesso desta Rede, em 2026, nos encontraremos no III Seminário. Acompanhe, no espaço de “Formação” deste site, todas as mesas e seus conteúdos.

PROF. DR. IVÃ GURGEL SE INCORPORA À REDE

Professor no Instituto de Física da USP, o pesquisador coordena o Grupo de Teoria e História da Ciência Contemporânea (TeHCo) e o Acervo Histórico do IFUSP. As pesquisas realizadas pelo grupo de Teoria e História da Ciência Contemporânea contemplam temas de Epistemologia, História e Ensino de Ciências, em especial Física.

PROF. DR. MARCUS GRANATO SE INCORPORA À REDE

Marcus Granato se incorpora à Rede Iberoamericana de História da Educação em Ciências (REDiHEC). O pesquisador coordena o Grupo de pesquisa Museologia e Preservação de Acervos Culturais no Museu de Astronomia e Ciências Afins. O grupo realiza pesquisas sobre os efeitos da pandemia de COVID-19 nas relações patrimoniais e culturais de ciência e tecnologia, buscando ampliar os dados em relação à situação dos museus universitários pós-pandemia, em especial aqueles que preservam patrimônios científicos, culturais e tecnológicos.

 

SIMPÓSIO TEMÁTICO: “A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA POR SEUS ARTEFATOS E TECNOLOGIAS” PARTICIPA DO 19º SNHCT

Ocorreu no 19º SNHCT, sob a coordenação das Profªs. Drªs. Ana Paula Bispo (UEPB) e Kelly Ludkiewicz Alves (UFBA), o Simpósio Temático:  “A história da educação científica por seus artefatos e tecnologias”. Aqui vemos a tentativa de conexão de trabalhos com o objetivo de tornar mais complexo o investimento de pesquisa entre duas áreas do conhecimento: a história da ciência e a história da educação. O simpósio procura historicizar os processos educativos por meio dos artefatos e tecnologias usados para o ensino, entrando no debate sobre o papel da escola e do ensino das ciências na própria história da ciência e mostrou adesão do público ao tema na Universidade Federal da Bahia.

Para maiores informações procure o ST 01: https://www.19snhct.sbhc.org.br/download/download?ID_DOWNLOAD=43